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Financiamento da casa própria terá R$ 5,8 bilhões a mais de recursos do FGTS

Somente para habitação popular, o orçamento de 2009 aumentou quase 40%, com a aprovação de R$ 7,4 bilhões.

31/10/08 - O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou na quinta-feira, 30 de outubro, a liberação de R$ 5,8 bilhões a mais para o financiamento da casa própria a partir de 2009. Os recursos passarão dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 11,8 bilhões. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que presidiu a reunião do Conselho.

Somente para habitação popular, o orçamento aumentou quase 40%, com a aprovação de R$ 7,4 bilhões. No ano passado foram reservados 4,4 bilhões.

Para subsidiar a compra da casa própria para famílias que recebem até 5 salários mínimos, o FGTS reserva R$ 1,6 bilhão no orçamento de 2009. O Pró-Moradia terá R$ 1 bilhão e o Pró-Cotista também vai receber R$ 1 bilhão, mesmo orçamento deste ano.

Os recursos serão destinados aos bancos públicos e privados que atuam na área de financiamento habitacional.

"Nós estamos aumentando o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, só na área de investimento de habitação, em cerca de 70%, com linhas de créditos para a construção de habitações populares e habitações em geral. Para que essa área que é tão fundamental, é tão estratégica, gere emprego", disse Lupi.

Infra-estrutura - Para saneamento serão destinados R$ 4,6 bilhões dos recursos do FGTS, valor 46% maior que o do orçamento atual (R$3,1 bilhões). Para o FI-FGTS, que investe recursos do Fundo nos setores de energia, rodovias, hidrovias, ferrovias, portos e saneamento foram aprovados R$ 10 bilhões, sendo que R$ 7 bilhões serão destinados a projetos financiados pelo BNDES.

"Há uma demanda enorme no BNDES, que é o principal financiador de obras de saneamento no país, por meio, principalmente, de recursos do FGTS e do Fundo de Amparo ao Trabalhador", lembrou o ministro Lupi.

Para ler o artigo na íntegra:
http://imoveis.imovelweb.com.br/web/editorial/ver_artigo.aspx?ArtigoId=5531




Moradia para todos é possível

Déficit habitacional atinge um sétimo das 56 milhões de famílias brasileiras

Nathalia Barboza

A conta é salgada, mas precisa ser encarada de frente: seriam necessários R$ 320 bilhões para erradicar o déficit habitacional brasileiro, que está em 8 milhões de moradias, conforme aponta levantamento encomendado pelo SindusCon-SP à FGV Projetos, considerando-se um preço médio de R$ 40 mil cada uma. Do total, R$ 110 bilhões precisariam ser subsidiados pelo governo até 2020. “Não há hipótese de a baixa renda, que recebe até cinco salários mínimos (R$ 1,9 mil), acessar sem subsídios uma moradia digna, entre R$ 35 mil e R$ 60 mil”, alertou João Claudio Robusti, presidente do SindusCon-SP, durante o evento Moradia para Todos. Esta Meta é Possível, que reuniu em novembro, em São Paulo, mais de 400 pessoas, entre autoridades, políticos, empresários e representantes de entidades da cadeia da construção e de movimentos sociais.

O principal objetivo do evento foi divulgar o estudo sobre o déficit e discutir as 10 propostas de incentivo à moradia popular. As medidas foram elaboradas pelo SindusCon-SP, com base no estudo da FGV e no modelo mexicano de promoção da habitação de baixa renda.

Segundo Robusti, a expectativa é que as propostas contribuam para o Plano Nacional de Habitação, em elaboração no Ministério das Cidades. Para a entidade, o governo deveria investir mais em moradia popular, já que os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) serão destinados também à reurbanização de favelas e moradias mais econômicas. O programa prevê recursos de R$ 106 bilhões para o setor nos próximos quatro anos, incluindo o FGTS, o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e o plano de investimentos em estados e municípios, entre outros.

Para ler o artigo na íntegra:
http://www.sindusconsp.com.br/PUBLICACOES/revista_noticias_construcao/index.htm



Mais de 1,1 milhão de pessoas têm crédito imobiliário garantido.

BB e Caixa estendem para todo o funcionalismo da União a facilidade anteriormente restrita aos servidores de três setores.


31/10/2008, Rio de Janeiro, RJ - O convênio com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para facilitar a compra da casa própria por servidores do INSS, da Previdência Social e da Dataprev será estendido a todo o funcionalismo da União. Serão beneficiados com o crédito imobiliário mais de 1,1 milhão de pessoas, entre ativos, aposentados e pensionistas em todo o país, dos quais 279 mil no Rio. O prazo de quitação de imóveis novos, usados ou na planta deverá ser de 240 meses (20 anos), com desconto em folha. Os recursos também poderão ser utilizados para construção ou reforma.

O anúncio da extensão dos financiamentos foi feito (30/10/2008) pelo ministro da Previdência, José Pimentel, que participou da abertura do 1°Seminário Internacional de Educação Previdenciária, no Rio de Janeiro, RJ. Segundo o ministro, a decisão foi tomada na quarta-feira (29/10/2008), em reunião no Ministério do Planejamento. Os juros serão fixados na próxima terça-feira (04/10/2008), porém Pimentel antecipou que as taxas ficarão abaixo das encontradas no mercado.

O convênio que consolida o financiamento imobiliário para a totalidade do funcionalismo da União deverá ser assinado no próximo dia 6 (quinta-feira, novembro, 2008) e, segundo a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (AdemiRJ), há expectativa de que, já no dia 7, os servidores possam dar entrada nos pedidos de empréstimos consignados nas agências do BB e da Caixa.

Fonte: AdemiRJ
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